Jazz Polonês. Classe.
Rapaz, confiou no coração
Num mundo lindo e mais...
...livre para se viver
Como uma flor no meio da paz.
E o perfume suave de mel
Apagou o sangue do céu
De um anjo que quis crescer
Impedido de ser feliz.
Me traz, o que mais te faz feliz
Para que eu possa mostrar a todos
E entender, com erros de alguém
Como somos sós
E mesmo se teu mar parar
O vento vai trazer
A fúria que há em você
Postado Felipe Façanha
Não olhe a vida assim
Pois de qualquer forma a luz que brilha nos nossos dias...
...ainda é nossa...
... e mesmo que toda a escuridão da absurda tristeza, tome os terrenos do coração.
De qualquer forma
A felicidade ainda
É uma arma
Que mata os espíritos antigos
Que cercam com impurezas o amor...
De qualquer forma
Seja lá a forma
Vamos ser mais do que um pensamento positivo
Seremos as ações de nossas ações
Como qualquer outra forma
Vamos encher nossas vidas de tanta paixão
Que ninguém se queixará que no falta o essencial...
...o sorriso.
Postado Felipe Façanha
às
22:43:00
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O que se faz na esquina...
...quando se rabisca um sol no chão?
A chuva nos pega em uma dia
Tão estranho apertando as mãos.
Já me sinto lento nesse clima
É difícil entender
Como minhas mãos estão frias
E meu o peito sinto arder
Nem tudo que se toca, sempre há mais vida
Se alguém bate a porta, existe outra saída
É claro que o sol, vai brilhar nos seus...
...dias mais escuros de um passado
E por onde se foi aqueles meus...
...olhos que sempre me derrubaram?
E sossegado, busquei um ser comum para nunca mais mudar
Misturando vinho com rum, eu posso encontrar.
Postado Felipe Façanha
às
22:31:00
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às
14:03:00
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Vamos nos meter em uma nuvem...
Sair olhando cabeças lá do alto...
E ver o quanto nós podemos ser livres
Fora do pensamento alheio...
E das mentes maldosas...
Livres para tudo
Já te levaram no céu?
De uma forma que você nunca pudesse esquecer
Levado pelas mãos...
Pelos olhos...
Pelos beijos...
Abraços... desejos...
Já?
Já te prometeram sem cumprir?
Cumpriram sem prometer...?
Ou apenas disseram que "um dia vai acontecer"?
As vezes eu caio
As vezes eu me jogo
Quase sempre me levando
O que vale mesmo é essas fases
Eu continuo oscilando
Achando uma forma de desviar de tudo
De não se sujar nas tentativas de voar
De não se sujar nas tentativas de voar
Uma forma de se livrar de tanto céu
Para que tanta nuvem sem ter com quem dividir?
Postado Felipe Façanha
Depois da noite
Vem o açoite
Amargurada carne
Trêmula sem pureza
Rasgada e marcada
Contamina com maldade
Que invade pelo prazer
Desfigurado rosto
Não tem gosto
Não tem limpeza
Somente tristeza
Se banha se arranha
De sangue e de unha
Respectivamente senti
Já fraco em escuridão
Sem mão para apoio
Chora sem trégua
Ao ver a hora que passa
Já a espera da desgraça
Cada tempo precioso
Sem gozo sem vida
Somente feridas
Chega à noite
Novamente o açoite
Postado Felipe Façanha
León Gieco musico, compositor argentino, uma lenda da cultura argentina. Sua musica com pegada folk e rock classico tem uma identidade latina incrível. A voz latina do rock.
Postado Felipe Façanha
Onde o sol se cala, seu rosto também não fala.
Mora escondido em tanta tristeza espalhada na face
A sua vontade de encontrar a criatura perfeita em você
Já não vai mais longe com esse fardo
Não se reencontra o que não se procura
E quando encontrar o que vai libertar?
O monstro de tantas felicidades?
Ou um herói de tantas tristezas?
Motivos que nos faz vencer são tão nobres quanto os que nos faz perder
Escolher é fácil, o difícil é aceitar...
Postado Felipe Façanha
às
16:15:00
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